Na hora de comprar um remédio é comum ouvir “tem o genérico?”. Mas existem três categorias de medicamento no Brasil, e conhecer a diferença ajuda a economizar sem abrir mão da segurança.
Medicamento de referência
É o produto original, geralmente da empresa que pesquisou e registrou o princípio ativo. Tem nome de marca e serve de comparação para os demais.
Genérico
Tem o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma, e passou por testes de bioequivalência que comprovam que age no organismo da mesma maneira que o de referência. Não tem nome de marca: a caixa traz o nome da substância e a tarja amarela com a letra “G”. Por lei, o genérico pode substituir o de referência na farmácia, com registro do farmacêutico na receita.
Similar
Também tem o mesmo princípio ativo e dose, mas é vendido com nome de marca própria. Desde 2014, similares que comprovaram equivalência ao de referência passaram a ser intercambiáveis, e a Anvisa mantém a lista atualizada. Pergunte ao farmacêutico se o similar que você usa está nessa lista.
Quando vale trocar
- Se a receita não tiver a observação “não substituir”, o farmacêutico pode indicar o genérico ou o similar intercambiável correspondente.
- Para medicamentos de janela terapêutica estreita (como alguns anticonvulsivantes e anticoagulantes), o ideal é manter sempre o mesmo fabricante e conversar com o médico antes de trocar.
- Compare o preço por comprimido, não só o valor da caixa: às vezes a embalagem maior compensa.
Na Celeste trabalhamos com genéricos das principais fabricantes (EMS, Medley, Eurofarma, Neo Química, Germed e outras) e conferimos a intercambialidade antes de sugerir qualquer troca.
Importante: este conteúdo é informativo e não substitui a orientação do seu médico ou farmacêutico. Em caso de dúvida sobre um medicamento, fale com a gente.
Perguntar ao farmacêutico


